Um autor expressa sua discordância em relação à ideia defendida por alguns grupos progressistas, que sugerem que o funk é a verdadeira representação do Brasil. Segundo essa visão, a cultura do funk seria um retrato das vivências do “povão”, que habita as periferias longe do universo educado e cosmopolita.
Essa valorização da marginalidade e das expressões culturais associadas a ela, conforme argumenta o autor, vem acompanhada de uma certa resistência à educação formal. Tal postura, segundo ele, acaba dificultando que a população menos favorecida tenha acesso a conhecimento mais elaborado e às oportunidades de exercer a cidadania de maneira efetiva.
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